Abril 25 2015

Desde que chegara a Angola, há quinze anos, pela primeira vez quase me podia dar ao luxo de escolher emprego. Aconteceu finalmente! E em fins, de mil novecentos e sessenta e nove mudei de emprego, Fui para uma fábrica de cerveja que abrira recentemente, ganhar três vezes mais. Decorria o ano de mil novecentos e setenta, já tinha dois filhos! Eram angolanos, isto é nascidos em Angola. O Jorge Manuel e a Ana Cristina. Vivi durante muito tempo uma vida, como qualquer família portuguesa. Angola era uma terra muito bonita, e prometedora ela me enfeitiçou irremediavelmente. Muitas vezes, sentia uma espécie de arrependimento por ter deixado o serviço público. Devia de, em vez de ter pedido a demissão, ter pedido uma licença ilimitada podendo assim, a qualquer altura voltar ao serviço outra vez. Não levei muito tempo a ver a grande asneira que fiz, a segunda. Vi quatro anos depois que, ganhando três vezes mais a inutilidade desse acréscimo, pois com tal rendimento, aventurei-me a comprar um carro primeiro, depois começar a construção de uma casa novinha em folha, era um sonho que, se estava a tornar realidade. A terceira grande asneira. De vez em quando questionava-me sobre o futuro do Jorge e da Ana! Mas não obtinha resposta. Com o tempo correndo, naquele tom de rotina, sem que o soubesse, o princípio do fim estava chegando. Naquela noite, durante o meu turno de trabalho, entre as duas e três horas da madrugada, o trabalho decorria descontraidamente. Tinha as tinas de preparação do mosto para a cerveja Nocal todas em actividade. A tina final ou seja a quarta e última, fervia trinta e dois mil litros de mosto, prontos a serem descarregados para a cave de fermentação, a tina de filtração, a terceira, libertava o seu líquido límpido para o depósito de retém, é curioso que este líquido, quando a cerveja era preta, era por nós aproveitado para beber com pão como se fosse café com leite, era muito saboroso quentinho, e acima de tudo muito fortificante. Uma caldeira, a segunda, estava na fase da libertação dos amidos e da maltose da cevada com que, se fazia aquela bebida tão estimulante, a primeira preparava o gritz de milho que a seu tempo seria misturada com a maltose da, segunda, neste momento o que tinha em preparação, era gritz de arroz pois era com arroz que se preparava a super loira, tão acariciada ao tempo. Percebeste bem eu disse arroz. Estando tudo a correr tão bem, subi ao terraço da fábrica para um pequeno período de descontração. Era hábito fazê-lo, como todo o pessoal o fazia, funcionava como quebra de rotina e nos dispunha bem para o resto do turno. Era ali que retemperava forças o que, me fazia suportar a faina. Na sala, o calor das caldeiras, junto com o do clima era sufocante. Aqui no terraço, uma ligeiríssima brisa corria vivificante. A noite tombando já longa, desenhava no horizonte silhuetas recortadas, da ilha de Luanda. Ao longe, o Bungo, com suas fabricas de farinha de peixe, onde as luzes tremulinavam. Tirando o ligeiro ruído da chaminé, no seu empuxo para o exterior do vapor, e do ar quente das caldeiras, não fora isso o silêncio era mortal. E era assim há seis anos. Mas naquela noite inopinadamente, umas luzes multicores iluminaram o céu ao longe, e mais se sucederam noutras direções. Matutei o que seria aquilo, àquela hora da madrugada? Numa coisa eu acertara; aquilo era fogo-de-artifício, mas porque àquela hora. Desci para as fainas rotineiras. Comentei com os colegas da cave, mas o mistério persistiu. Também não sabiam nada. Mas eu estava em pulgas, e assim que saí do turno, por volta das cinco horas da madrugada; logo me foi desvanecida a dúvida, pelos colegas que nos vinham render. Em Lisboa tinha havido um golpe de estado! Ora, estava explicado o mistério do fogo-de-artifício nocturno. Desci à cidade e juntei-me à turba que, já por lá andava em, comemorações desde a madrugada. O meu quarto erro! O dia da semana era uma quinta-feira, o do calendário vinte e cinco, o mês Abril, o do ano, mil novecentos e setenta e quatro. Aproximavam-se grandes mudanças, mas naquela altura nenhum português discernia nem atinava quais, também não interessava muito a hora era de comemorar e era isso que eu fazia naquele momento. Já tarde, regressei a casa, e vejam só, senti ânsias de manifestar essa explosão, a minha mãe e escrevi-lhe uma longa carta, onde enaltecia o facto, e a minha alegria. Não vivera eu por acaso, naquela época bronca e complicada, sobre a qual meu pai sentia necessidade de nos andar sempre a dizer? Rapazes, quando alguém estranho na rua vos fizer perguntas; respondam sempre! Não sei, não vi, não estava lá etc. Este aviso, era para nos proteger da bufalheira que, naquele època germinava como cogumelos.Angola

publicado por A Conspiração às 21:19

Maio 26 2013
Nos primórdios da revolução industrial Século XVII uma das principais atividades do ser humano era a agricultura e a tecelagem. Trabalho deveras árduo pois estamos a falar de actividades manuais! Mas, o ser humano é perito em esquemas para multiplicar cifrões, e então plantaram nas fábricas de tecelagem enormes rodas em madeira parecidas com aquelas em que as mulas rodando em volta de um poço faziam subir alcatruzes que cheios de água satisfaziam as necessidades de rega dos campos. Só que aqui era um ser humano que caminhando no seu interior fazia rodar a dita que em simultâneo fazia mover um ou dois teares. Parece, que naquele tempo, não havia ainda horário a cumprir e este tipo de energia continuou pelos tempos. Era a energia humana que, desde tempos imemoriais molda o mundo à sua maneira. Mas a cabeça deles “humanos” não para e desde o século XVII até século XXI nem queiras saber os inventos que eles conseguiram! Maravilhas! Mas com a passagem dos séculos os feitos iriam virar-se contra eles mesmos. Foi por esta época que foi descoberta a energia a vapor e o saber para o pôr a fazer funcionar máquinas. Foi de facto o início do grande salto industrial que hoje passados que são mais de duzentos e cinquenta anos ainda não parou, nem parará jamais para mal dos humanos. Foi por esta altura, que máquinas moveram teares, debulhadoras de cereais e transportes fáceis. Foi assim que tudo começou! Naquele tempo eram as indústrias mais fortes de toda a Europa e o país pioneiro do grande salto industrial foi a Inglaterra. Foi a partir desta altura que, os crânios da época, vislumbraram um mundo sem necessidade de trabalhadores, dado as máquinas estarem a substitui-los tão-bem. Com estes dados a processarem-se tão ao jeito do capitalismo que há época já era feroz, eis que surge um tal josef Malthus com uma teoria que receio se venha a tornar verdadeira no pior sentido e digo isto duzentos anos depois dele a formular. A teoria dele resumia-se a alertar a sociedade para o facto de haver necessidade de, diminuir a produção de seres humanos dada a obediência das máquinas aos preceitos do lucro sem reclamações trabalham de noite e dia não se cansam nunca, não é como os humanos sempre exigentes e eternamente insatisfeitos. Se o senhor Malthus viesse hoje a este mundo, ou morreria de imediato, ou rejubilaria! Exultaria certamente, pois que as regras que ele teceu quase proféticas estão-se tornando uma realidade. As máquinas estão fazendo o que ao homem competia o velho tear do seu tempo deu a origem a fábricas inteiras com dezenas de teares trabalhando em simultâneo sem nunca regatearem. As Maquinas, estão presentes em todas as áreas da atividade humana. E as pessoas! Que lhes havemos de fazer? É esta a pergunta que ao ser humano se coloca atualmente. Esta foi a primeira premissa que ele Malthus constatou ainda em vida. A outra só no início do século XXI se está a revelar e com grande violência! Pois ele predisse também e alertou para o aumento da densidade demográfica! Eram estes dois os vectores que o preocupavam. Que a população cresce na relação geométrica isto é: 2, 4, 8, 16, 32,etc. Enquanto o alimento para sua subsistência cresce na razão aritmética 2,4,6,8,10,12 etc. Pois sim! Mas aumento demográfico é quando se segue os ditames da natureza, isto é quando se nasce e morre segundo o que ela determina. Não é o que acontece hoje pois as máquinas tomando o lugar dos humanos estão provocando esse aumento demográfico empurrando a humanidade para um cataclismo de difícil descernimento.
publicado por A Conspiração às 17:29

Outubro 17 2012

Em mil novecentos e quarenta e cinco, com a explosão de duas bombas atómicas em Hiroxima e Nagasaqui a Litle Boy e Fat Man respectivamente, o mundo jamais viveu tranquilo ante a visão e mesmo da percepção do Apocalipse! Esse medo acompanha-o há décadas e décadas. E isto aconteceu porque os segredos da fissão nuclear rapidamente de confidencial "Top Secret" passaram a inconfidencial.  Os russos não dormiram e pelo trabalho de sapa do casal Rosemberg logo ficaram possuidores, das equações, assim dito a azafama começou e não levaram cinco anos já estavam a por na concorrência com os americanos, vários artefactos atómicos dos quais o mais emblemático foi a RDS 220 com o nome de código "Ivan" cujo destino foi o museu. Depois dessa época foi o caos Pois os principais países do planeta as têm em milhares de Mt, ora um mt = a um milhão de toneladas de TNT e proliferaram. Vislumbrem em pesadelos oriundos do inferno, o que aconteceu em 1945 em Hiroxima e a seguir em Nagasaki,multiplicado por centenas.Ainda hoje eu que sou um leigo, e talvez por isso não consigo entender como se lançou sobre cidades com uma forte densidade humana semelhantes artefactos. Milhares nem tempo tiveram para verem a luz mais brilhante que mil sois, e aqueles que a viram conforme o lado que lhe ficou exposto ficaram queimados com o vento e a radiação atómica e suas carnes tomaram o aspecto do plástico próximo do seu ponto de fusão, e arrastaram todo o tipo de maleitas e as transmitiram para os seus descendentes. Por isso como material bélico ela é maldita, e mesmo como força energética industrial ela tem malefícios não contabilizados por pressão dos interesses económicos. Há milhares de blocos de betão de dezenas de toneladas com material radioactivo o chamado lixo atómico aprisionado em quantidades abissais, no seu interior e afundados no golfo do México e o mesmo acontece praticamente em todos o oceanos do planeta, Assim como em minas rochosas e abandonadas. E tudo isto no interesse da ciência. Para que os efeitos radioactivos sobre a vida do planeta  desapareçam estimam até um número que ronda os vinte e cinco milhões de anos, com esta grandeza o mesmo é dizer que o ser humano não domina esta matéria, e outras de igual teor, como a galáxia tal está a um milhão de anos luz de distancia mas que números são estes meu Deus! Eles escapam à própria compreensão humana. Mas os cientista teimam em penetrar-lhe os segredos, e para Deus é tudo tão simples, e está tudo à vista! Como o mais visível dos mistérios o sol reactor nuclear com cerca de um milhão e quinhentos mil kilómetros de diâmetro em fissão há milhões de anos. Por isso ninguém descobre nada de coisas naturais porque tudo lá está dois mais dois já eram quatro antes de o ser humano o aprender, e ainda hoje não sabe explicar quem nasceu primeiro se o ovo ou a galinha, e estamos na mesma quando nos dizem que o ser humano foi formado a partir dum bocado de barro, mas nem aí tal como o ovo definem se foi primeiro o homem se a mulher. por favor não brinquem comigo! As contradições são muitas! Dizem ter descoberto o tal Bosão de Deus o tal que dá origem à matéria... para logo dizerem talvez seja, que pode ser em 1/1.000.000. Depois que descobriram a partícula mais rápida que a luz! Três meses depois que não, que afinal a partícula mais rápida continua a ser a luz.Aquele Acelerador de partículas tem criado cada embuste! Embuste pela ganancia de se chegar o mais rápido possível à Patente..

publicado por A Conspiração às 15:07

Maio 10 2009

 

                                      


Em dois mil e sete, de relance, vi um livro na livraria Bertrand que, não sei porquê, me chamou a atenção. O livro, tem o pomposo nome de a revolução da riqueza. Ao lê-lo confesso que, me pareceu do género, Júlio Verne ou de ficção cientifica, dado que há muitos séculos para a riquesa tudo lhe corre de feição. Passadas as quatrocentas e vinte páginas de que o mesmo se compõe. Não atinei bem,o que é que o homem queria transmitir, porque baralhado estava!  Dezenas de vezes evocava o vocábulo riqueza. Bem mas a riqueza, sabe-se há milhares de anos que se consegue com trabalho mal pago,e possuir uma mente refractária a pudores. Mas ele acentuava agora vários dados novos, mas em simultâneo outros ocultava. Punha em grande destaque os fundamentos para esse fim dos computadores, e do prosuming frizando-o como fundamento principal,e desvalorizando a riqueza criada pelo trabalho nos moldes em que o conhecemos. O Alvin e Heidi Tofler deviam de saber coisas que, mais ninguém sabia! Acentuavam também que no futuro haveria muito trabalho mas poucos empregos eu desconfiava daquilo a que ele aludia e que, remontava à revoluçâo industrial Ou então a matéria não era discernível para as massas encefálicas mais volúveis. No meu caso que, até me acho com um índice médio de inteligência, diria mesmo que, numa escala de cem me atribuiria um quarenta. Mas em dois mil e nove fez-se-me luz na tal massa. Com eles alarmados com a tal crise, até dizem que mundial, que queriam eles? As crises como tudo o resto, terão que se encaixar na globalização do planeta. Deu-me pois para reler o livro que não percebera muito bem na altura, fêz-se então luz no meu cérebro. Está lá tudo! E eu que sou um leigo vejo agora que estamos no limiar da quarta ou mesmo quinta vaga, mas agora sem desculpas, pois põem ao mundo, dados novos e em profusão. A dita está já a atingir as classes mais baixas duma maneira demolidora e pelo que percebo, parece ser essa uma das suas a metas. No entanto põe várias questões em fundo, como o fim dos direito autorais, que haverá muito trabalho, mas deixará de haver empregos, a internet tem grande destaque. Lê pois o livro, para perceberes, se as conclusões que tiras são diferentes, e porque foram apanhados de surpresa praticamente todos os governos da comunidade europeia, ou se calhar nem foram assim tão surpreendidos e pura e simplesmente obedecem a um maestro oculto. Na minha ideia, como observador das coisas que me rodeiam estamos a assistir a uma mutação do capitalismo,como o conhecemos por outro mais inumano e brutal. Algo de novo está a emergir surrateiramente. Fica atento ao advir dos tempos. Tu que já sentes os seus efeitos não te deixes desanimar. Mostro-te abaixo, a imagem duma plantinha que, nascendo no terreno mais árido que se possa conceber! Pensas que ela desiste? Pelo contrário agarra-se ao chão para cumprir com o destino que lhe foi imposto

 


 

 


   Por isso perante a crise que te impingem, Faz como ela! Agarra-te á vida, agiganta-te,não te desvies do essencial, e verás para tua grande surpresa que, de bem pouco precisas para o conseguir. Sabes há quantos anos dura a minha? Tudo bem! Eu digo-te! Há setenta e três, tantos como os que prefazem a minha existência neste mundo. Estás a ver os suicidios que ela já provocou; queres tu seguir-lhe o exemplo? Claro nem pensar! 

 Setenta e tres anos, deram-me a ipótese de assistir: à ascenção e queda do Nazismo,à divisão da peninsula coreana em duas Coreias à queda do império Sovietico, do muro de Berlim,  de todos os impérios coloniais, incluindo o império colonial português. Ora bem com tanta queda, porque não a queda do capitalismo, e para mais nos moldes em que  funciona, e o que é necessário a nível global para alimentar tal combustão. Já viste como eles vivem esfomeados por dinheiro. Como ficam possuídos por ele. A própria sociedade os protege, pois dá-lhe grande acolhimento, e normalmente liga o dinheiro, com inteligência o que é mentira! A coisa inicialmente começa subrepticiamente da seguinte forma. Numa família de três irmãos um deles, menos escrupuloso que os outros, começa por amealhar louros alheios, de imediato assimila o querer ser o mais rico da família, quando o consegue e como continua menos escrupuloso que dantes, mete-se- lhe na cabeça ser o mais rico lá da aldeia, depois da cidade, do distrito, do país, do planeta, da galáxia, do universo. Não param mais, a ambição deles nunca mais terá limites. Não achas que está na altura de um trambolhão? Podem acenar-te com o fim da crise, não acredites! O paraíso em que vivem nunca mais será igual. E sabes porquê? Porque a ascensão da China o determinou em definitivo. Já o dizia Josué de Castro em mil novecentos e quarenta e nove, no seu livro Geopolítica da Fome. Com estas palavras: a grande China despertou, do seu letárgico sono de milénios, e uma vez desperta. vai dar inicio a um sonho que se vai tornar imparável e uma vez em marcha, arrastará com ela, o mundo inteiro.


 Vão-te acenando que a crise está a abrandar, e quase se arriscam a datar o seu fim, tambem era melhor depois duma tempestade não vir a bonansa. o fruto de baixo já lhe sentiu os efeitos, pois agora que agite o fruto de cima. Neste estagio  afinca-te, porque se fores um bocadinho que seja aberto de mente, a que conclusões irás chegar? Possívelmente farás estas perguntas a ti mesmo: que crise é ela que num programa de televisão numa entrega de prémios, parece-me que os globos d"ouro se exibe um luxo desmedido, dando-nos a impressão de estarmos em Holiwood. Sobre crise nem sílaba, a seguir: num estadio no Algarve preparado para o efeito uma série de carros de grande consumo andam uma tarde inteira a queimar recursos, seguindo-se-lhe eventos iguais por todo o país, e com o mesmo cenário para não perder o balanço, e ainda agora o verão começou. Bom! Mas atenção posso ser eu que tenha uma noção de crise mórbida. E se assim for me desculpem todos o que isto lerem.Não tenho culpa de na minha infancia ter vivido uma verdadeira crise. Já vislunbraste por aí as cadernetas de racionamento? Não! pois ainda bem. Já tiveste que comer couves cruas roubadas nas hortas, sardinhas cruas de salmoura,alfarroba,bolotas,medronhos,vinagreiras? Não! então  óptimo. Eis um dos menus tão meus conhecidos.

 



 

publicado por A Conspiração às 19:03

Abril 04 2009

 

 


 

 

 

Ali Aboutaam
Cingular Phones

Eis a jarra!Vai aguardar pacientemente, ser vista por um

 colecionador, ou director de museu.


Esta jarra, já anda em poder da  família de minha mulher,há cerca de sessenta anos. E em meu poder há quarenta e três anos é obra ein. Ela, foi oferecida por uma familia estrangeira, ligada aos petróleos, e como prenda de casamento. A beneficiária foi a mãe de minha mulher que, por sua vêz, a ofereceu tambem como prenda de casamento á sua filha, quando ela se casou comigo. Esta jarra vale muito dinheiro! Pela a aventura de seus possuidores, e por ela própria, passando inteirinha e incólume pela queda do império colonial português. Absorveu ela mesma esse drama que foi para os portugueses lá residentes e para Portugal uma das maiores  catástrofes da sua história. Para essa família, tornou-se seu simbolo e desse evento, repleta de recordações trágicas e tal como outrora, nos naufrágios dos antigos navegadores. E quando lhe encostamos o ouvido na sua boca ouvimos vindo do seu bojo os sons da hecatombe.


 

 


 

 

Eis o Selo! Não sei o que diz  nem o que significa. Em Portugal dá a origem


 


 

publicado por A Conspiração às 18:15

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