Maio 26 2013
Nos primórdios da revolução industrial Século XVII uma das principais atividades do ser humano era a agricultura e a tecelagem. Trabalho deveras árduo pois estamos a falar de actividades manuais! Mas, o ser humano é perito em esquemas para multiplicar cifrões, e então plantaram nas fábricas de tecelagem enormes rodas em madeira parecidas com aquelas em que as mulas rodando em volta de um poço faziam subir alcatruzes que cheios de água satisfaziam as necessidades de rega dos campos. Só que aqui era um ser humano que caminhando no seu interior fazia rodar a dita que em simultâneo fazia mover um ou dois teares. Parece, que naquele tempo, não havia ainda horário a cumprir e este tipo de energia continuou pelos tempos. Era a energia humana que, desde tempos imemoriais molda o mundo à sua maneira. Mas a cabeça deles “humanos” não para e desde o século XVII até século XXI nem queiras saber os inventos que eles conseguiram! Maravilhas! Mas com a passagem dos séculos os feitos iriam virar-se contra eles mesmos. Foi por esta época que foi descoberta a energia a vapor e o saber para o pôr a fazer funcionar máquinas. Foi de facto o início do grande salto industrial que hoje passados que são mais de duzentos e cinquenta anos ainda não parou, nem parará jamais para mal dos humanos. Foi por esta altura, que máquinas moveram teares, debulhadoras de cereais e transportes fáceis. Foi assim que tudo começou! Naquele tempo eram as indústrias mais fortes de toda a Europa e o país pioneiro do grande salto industrial foi a Inglaterra. Foi a partir desta altura que, os crânios da época, vislumbraram um mundo sem necessidade de trabalhadores, dado as máquinas estarem a substitui-los tão-bem. Com estes dados a processarem-se tão ao jeito do capitalismo que há época já era feroz, eis que surge um tal josef Malthus com uma teoria que receio se venha a tornar verdadeira no pior sentido e digo isto duzentos anos depois dele a formular. A teoria dele resumia-se a alertar a sociedade para o facto de haver necessidade de, diminuir a produção de seres humanos dada a obediência das máquinas aos preceitos do lucro sem reclamações trabalham de noite e dia não se cansam nunca, não é como os humanos sempre exigentes e eternamente insatisfeitos. Se o senhor Malthus viesse hoje a este mundo, ou morreria de imediato, ou rejubilaria! Exultaria certamente, pois que as regras que ele teceu quase proféticas estão-se tornando uma realidade. As máquinas estão fazendo o que ao homem competia o velho tear do seu tempo deu a origem a fábricas inteiras com dezenas de teares trabalhando em simultâneo sem nunca regatearem. As Maquinas, estão presentes em todas as áreas da atividade humana. E as pessoas! Que lhes havemos de fazer? É esta a pergunta que ao ser humano se coloca atualmente. Esta foi a primeira premissa que ele Malthus constatou ainda em vida. A outra só no início do século XXI se está a revelar e com grande violência! Pois ele predisse também e alertou para o aumento da densidade demográfica! Eram estes dois os vectores que o preocupavam. Que a população cresce na relação geométrica isto é: 2, 4, 8, 16, 32,etc. Enquanto o alimento para sua subsistência cresce na razão aritmética 2,4,6,8,10,12 etc. Pois sim! Mas aumento demográfico é quando se segue os ditames da natureza, isto é quando se nasce e morre segundo o que ela determina. Não é o que acontece hoje pois as máquinas tomando o lugar dos humanos estão provocando esse aumento demográfico empurrando a humanidade para um cataclismo de difícil descernimento.
publicado por A Conspiração às 17:29

mais sobre mim
Maio 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

27
28
29
30
31


links
pesquisar
 
blogs SAPO